Anatomia é a ciência que estuda a forma e estrutura dos
seres ou coisas. O termo deriva do grego.
ANA = em partes
TOME = cortar
É o estudo e descrição do corpo humano na sua morfologia,
estrutura e arquitetura.
Posição anatômica é aquela em que o corpo está em pé
(posição ortostática) olhando para o horizonte, com os membros superiores
pendendo naturalmente, encostados ao tronco, com as palmas das mãos voltadas
para frente, os pés em orientação paralela com os calcanhares juntos, essa é a
posição anatômica.
Planos Anatômicos: Têm o objetivo de separar o corpo em
partes. Facilita o estudo e nomeia as estruturas anatômicas com relação
espacial
Podemos dividir o corpo humano em 3 dimensões:
Plano Sagital: É o plano que corta o corpo em lados
direito e esquerdo. Possui esse nome porque passa exatamente na sutura sagital
do crânio.
Quando passa bem no meio do corpo, sobre a linha sagital
mediana. Quando o corte é feito lateralmente a essa linha, paramediano.
Determina uma porção direita e outra esquerda. Também nos
permite dizer se uma estrutura é lateral ou medial.
Plano Coronal: É o plano que
corta o corpo lateralmente, de uma orelha a outra. Possui esse nome porque
passa exatamente na sutura coronal do crânio pode ser chamado de plano frontal
ele determina se uma estrutura é anterior ou posterior.
Plano Transversal: É o plano
que corta o corpo transversalmente. Também é chamado de plano axial. Através
desse plano podemos dizer se uma estrutura é superior ou inferior.
Usam-se os seguintes termos para definir ou indicar parte ou estruturas:
ANTERIOR OU VENTRAL – é a parte dianteira do corpo.
POSTERIOR OU DORSAL – é a parte de trás do corpo.
SUPERIOR – acima, ou algo situado em posição mais alta.
INFERIOR – abaixo, ou algo situado em posição mais baixa.
MEDIAL – uma linha imaginaria perpendicular, que se
estende desde o centro da cabeça ate um ponto entre os dois pés e que define o
eixo central do corpo
LATERAL – é usado para indicar uma estrutura afastada da
linha média em direção aos lados.
EXTERNO – é o que esta “por fora”, geralmente se usa com
referência á superfície externa do corpo no conjunto, ou a posição mais
afastada do interior de uma víscera.
INTERNO – indica estruturas que se encontram dentro do
corpo ou mais próximas da parte interior de um órgão.
SUPERFICIAL – indica algo que está mais próximo da
superfície externa do corpo.
PROFUNDO – indica estruturas que estão cobertas por
outras estruturas.
PROXIMAL – mais próximo do ponto de união da parte com o
corpo ou da linha media.
DISTAL – mais afastado do ponto de união da parte com o
corpo ou da linha media.
Rotação medial / Interna:
Gira a face anterior do membro para dentro.
Rotação lateral / Externa: Gira a face anterior do membro
para fora.


Adução: Aproximar o membro do eixo sagital mediano.
Abdução: Afastar o membro do eixo sagital mediano
Pé:
Dorsoflexão / Flexão Plantar
Adução + Supinação (rotação medial) = inversão
Abdução + Pronação (rotação lateral) = eversão



Sistema Esquelético
Osteologia é o estudo dos ossos que juntamente com as
cartilagens e articulações constituem o esqueleto do corpo.
Os ossos são peças duras e resistentes, situadas em geral
entre as partes moles do corpo, as quais sustentam e protegem. Estão unidas
entre si, constituindo as junturas ou articulações e representam o elemento
passivo do movimento. Servem de alavanca aos músculos que neles se inserem.
O esqueleto cresce a medida que o corpo cresce, se adapta
as condições da vida do individuo e tem capacidade de recompor-se por si mesmo
após sofrer alguma lesão ou enfermidade.
Os ossos começam a formar-se no segundo mês de vida
intra-uterina e sofrem metamorfose continua durante mais de vinte anos.
Podemos classificar os ossos em dois tipos:
OSSOS MEMBRANOSOS: formam-se a partir de um substrato
conjuntivo, isto é, de tecido conjuntivo fibroso, sobre o qual aparecem os
centros de ossificação que vão transformar o tecido ósseo.
São ossos membranosos a maioria dos ossos calvária
(crânio) partes da clavícula e mandíbula.
OSSOS DE CARTILAGENS OU CONDRAIS: formam-se a partir de
um modelo cartilagíneo do futuro osso, a cartilagem vai dando lugar ao osso
pela modificação de suas células a partir de centros de ossificação.
São ossos de cartilagem a maioria dos ossos do corpo,
exceto os anteriormente citados
Quimicamente os ossos consistem de 70% de substancias
inorgânicas, sais de cálcio e 30% de substancia orgânica.
Classificação dos ossos
Os ossos são classificados de acordo com a sua forma e
composição.
Ossos Longos:
São aqueles em que o comprimento predomina sobre a
largura e espessura.
Apresentam uma escavação central que é o canal medular
Onde se encontra a medula óssea.
Os ossos longos são constituídos por um corpo (diáfise) e
2 extremidades(epífises).
Exemplo: Fêmur.
Ossos Curtos: São aqueles em que as 3 dimensões se
equivalem.
São ossos mais ou menos cúbicos.
Exemplo: Ossos do Tarso.
Ossos Laminares ou Planos:
São ossos finos, em que o comprimento e a largura
predominam sobre a espessura.
Exemplo: Parietal.
Ossos Alongados:
São ossos longos, porém achatados e não apresentam canal
central.
Exemplo: Costelas.
Ossos Pneumáticos:
São ossos ocos, com cavidades cheias de ar e revestidas
por mucosa (seios).
Apresentam pequeno peso em relação ao seu volume.
Exemplo: Esfenóide, Frontal, Maxilar.
Ossos Irregulares:
São
ossos com características específicas, apresentam forma irregular, sem padrões.
Exemplo:
Vértebras.
A cartilagem é um tipo de tecido conjuntivo, resistente,
mas não duro que contribui para a formação do esqueleto do corpo. Podemos
classificá-la em três tipos:
1. Cartilagem
hialina: notamos a presença de poucas fibras colágenas implantadas na matriz,
essa cartilagem forma o modelo cartilagínea do osso embrionário, a traqueia,
cartilagens do nariz e da laringe.
2. Fibrocartilagem: as fibras colágenas predominam neste
tipo de cartilagem, porém, em uma matriz menos rica do que a hialina, forma os
meniscos da articulação do joelho, o disco articular da articulação da
mandíbula com o temporal e os discos intervertebrais.
3. Cartilagem elástica: é aquela em cuja matriz se
encontra fibras elásticas. O pavilhão da orelha é um exemplo de cartilagem
elástica.
SISTEMA ESQUELÉTICO
O esqueleto humano pode ser dividido em duas partes:
Esqueleto axial: formado pela caixa craniana, coluna
vertebral caixa torácica.
Esqueleto apendicular: compreende a cintura escapular,
formada pelas escápulas e clavículas;
cintura pélvica, formada pelos ossos ilíacos (da bacia) e o esqueleto dos membros (superiores ou anteriores e
inferiores ou posteriores).
É clássico admitir que o corpo humano possua 206 ossos.
Mas esse número varia de indivíduo para individuo, e na
mesma pessoa varia conforme a idade
sendo que no adulto alguns ossos "acessórios" podem aparecer (ossos
sesamóides).
Número de ossos:
Cabeça = 22
Ossículos do Ouvido Médio = 3
Crânio = 08
Face = 14
Pescoço = 8
7 vértebras cervicais e osso hióide
Tórax = 37
24 costelas
12 vértebras
1 esterno
Abdômen = 7
5 vértebras lombares
1sacro
1 cóccix
Membro Superior = 32
Cíngulo = 2
Braço = 1
Antebraço = 2
Mão = 27
Membro Inferior = 31
Cíngulo=1
Coxa=2
Joelho=1
Perna=2
Pé = 26
OSSOS DA COLUNA VERTEBRAL
COLUNA VERTEBRAL
24
Vértebras pré-sacras móveis
07
cervicais
12
torácicas
05
lombares
05 vértebras
fixas – sacras
04 fundem se
também para formar o cóccix
Curvaturas
Primárias – torácica e sacra – posição fetal
Secundárias - cervical e lombar – côncavas posteriormente
A curvatura da coluna vertebral com a concavidade
anterior (primária) denominada cifose
(corcunda)
A curvatura da coluna vertebral com a concavidade
posterior (secundária) denominada
lordose
Curvatura lateral denominada escoliose (funcional ou
estrutural)
Curvaturas da Coluna Vertebral
Numa vista lateral, a coluna apresenta várias curvaturas
consideradas fisiológicas.
Lordose Cervical: convexidade voltada anteriormente.
Cifose Torácica: convexidade voltada posteriormente.
Lordose Lombar: convexidade voltada anteriormente.
Cifose Sacral: convexidade voltada posteriormente.
Numa vista anterior ou posterior, adotando-se como plano
de orientação o plano sagital, a
coluna vertebral não apresenta nenhuma curvatura. Quando ocorre alguma
curvatura neste plano chamamos de ESCOLIOSE, que não é normal ou fisiológico.
Componentes da Coluna Vertebral
Corpo, arco vertebral, forame e processos
2 processos transversos e 1 espinho
O corpo da vértebra dá a forma e suporta o peso
Basicamente de osso esponjoso – medula óssea
O osso do corpo é perfurado pelos forames vasculares
(saída de veias basevertebrais)
São separadas pelos discos vertebrais
Posteriormente ao corpo está o arco vertebral
Forame vertebral (juntos formam o canal vertebral)
Envolvem e protegem a medula espinhal
O arco é composto de
Pedículos D e E, lâminas D e E projetando-se para trás está o processo
espinhoso
Os processos transversos projetam-se de cada lado da
junção do pedículo e da lâmina.
Vértebras cervicais
Situam-se entre o crânio e tórax. São caracterizadas por
um forame em cada processo transverso denominado forame transverso – Artéria
vertebral
Exceto a 7ª vértebra – veias vertebrais e plexo
simpático.
O crânio repousa sobre o Atlas – mitologia grega a 2ª VC
– áxis

Características Regionais
Permitem a diferenciação das vértebras pertencentes a
cada região.
Vários são os elementos de diferenciação, mas será
suficiente observar os processos transversos:
Vértebra Cervical: Apresenta um forame no processo
transverso chamado forame transverso ou forame
da artéria vertebral.
Vértebra Torácica: Apresenta uma faceta articular para as
costelas (fóvea costal) no corpo vertebral e no processo transverso.
Vértebra Lombar: Apresenta um processo transverso bem
desenvolvido chamado apêndice costiforme. Pode ser diferenciado também por não
apresentar forame no processo transverso e nem a fóvea costal.
Vértebras Especiais
São encontradas principalmente na 1ª, 2ª e 7ª vértebras
cervicais.
Atlas (1ª vértebra cervical): A principal diferenciação
desta para as outras vértebras é de não possuir corpo. Além disso, esta
vértebra apresenta outras estruturas:
- Arco Anterior que forma cerca de 1/5 do anel vertebral
- Tubérculo Anterior
- Tubérculo Anterior
- Fóvea Dental -
articula-se com o Dente do áxis (processo odontóide)
- Arco Posterior - forma cerca de 2/5 do anel vertebral
- Tubérculo Posterior
- Tubérculo Posterior
- Massas Laterais - partes mais volumosas e sólidas do atlas
e suportam o peso da cabeça
- Face Articular Superior - articula-se com os condilos
do occipital
- Face Articular Inferior - articula-se com os processos articulares superiores da
- Face Articular Inferior - articula-se com os processos articulares superiores da

Vértebras Especiais
Áxis (2ª vértebra cervical): Apresenta um processo ósseo
forte denominado Dente (Processo Odontóide) que se localiza superiormente e
articula-se com o arco anterior do Atlas.

Vértebra Proeminente (7ª
vértebra cervical): possui um processo espinhoso longo e proeminente
Membro inferior
É formado pelo cíngulo do membro inferior ou cintura
pélvica, coxa, perna e pé.
Compondo ao todo 31 ossos em cada membro.
A cintura pélvica é formada pelos osso do quadril, ou
ilíaco (direito e esquerdo). É a cintura pélvica que une o membro inferior ao
esqueleto axial.
Quando o sacro une as duas cinturas, ou seja, os dois
ilíacos temos um anel ósseo volumoso e resistente denominado pelve óssea.
Ilíaco: É um osso plano, chato, irregular, par e
constituído pela fusão de 3 ossos: Ílio,
Ísquio e Púbis. Articula com três ossos: sacro, fêmur e o ilíaco do lado
oposto, através da sínfise púbica.
Ílio - Forma os 2/3 superiores do Ilíaco
Ísquio - Forma o 1/3 inferior e posterior (mais
resistente) do Ilíaco
Púbis - Forma o 1/3 inferior e anterior do Ilíaco

Face Externa
Asa Ilíaca - linha glútea posterior, linha glútea
anterior e linha glútea inferior.
Cavidade do Acetábulo - grande cavidade articular
constituída pela união dos três ossos do quadril: ílio, ísquio e púbis.
O acetábulo apresenta as seguintes estruturas:
Face semilunar, fossa do acetábulo e incisura do
acetábulo
Forame Obturatório - grande abertura arredondada
localizada entre o ísquio e o púbis
Face Interna
Fossa Ilíaca – face grande, lisa e côncava
Face Auricular Linha Arqueada - divide o ílio em corpo e
asa
Borda Superior
Crista Ilíaca - dividida em: lábio externo e interno e
uma linha intermediária
Borda Anterior
Espinha Ilíaca Ântero – Superior
Espinha Ilíaca Ântero-Inferior Eminência Iliopectínea -
ponto de união do ílio com o púbis
Borda Posterior
Espinha Ilíaca Póstero-Superior
Espinha Ilíaca Póstero – Inferior Incisura Isquiática
Maior superior à espinha isquiática Espinha Isquiática eminência triangular
fina e pontiaguda
Incisura Isquiática Menor – inferior à espinha isquiática
Túber Isquiático - grande saliência dilatada
Borda Inferior
Ramo do Isquiopúbico - união do ísquio com o púbis
FêmurÉ o osso mais longo e forte do esqueleto
É par, apresenta 2 epífises e 1 diáfise e articula com
três ossos:
Ilíaco, a patela e a tíbia
Epífise Proximal
Cabeça do Fêmur - é lisa e arredondada
Fóvea da Cabeça do Fêmur - localiza-se na cabeça do fêmur
Colo Anatômico - liga a cabeça com o corpo
Trocanter Maior - eminência grande, irregular e quadrilátera localizada na borda superior do fêmur
Trocanter Menor - localiza-se posteriormente na base do colo
Fóvea da Cabeça do Fêmur - localiza-se na cabeça do fêmur
Colo Anatômico - liga a cabeça com o corpo
Trocanter Maior - eminência grande, irregular e quadrilátera localizada na borda superior do fêmur
Trocanter Menor - localiza-se posteriormente na base do colo
É uma eminência cônica que pode variar de tamanho
Linha Intetrocantérica - se dirige do trocânter maior
para o trocânter menor na face anterior
Crista Intetrocantérica - crista proeminente localizada
na face posterior, correndo numa curva oblíqua do topo do trocânter maior para
o menor
Epífise Distal
Face Patelar - articula-se com a patela
Côndilo Medial - articula-se com a tíbia medialmente
Condilo Lateral - articula-se com a tíbia
lateralmenteFossa Intercondilar - localiza-se entre os côndilos
Epicôndilo Medial - proeminência áspera localizada
medialmente ao côndilo medial
Epicôndilo Lateral - proeminência áspera localizada
lateralmente ao côndilo lateral
Epífise Distal
Face Patelar - articula-se com a patela
Côndilo Medial - articula-se com a tíbia medialmente
Condilo Lateral - articula-se com a tíbia
lateralmenteFossa Intercondilar - localiza-se entre os côndilos
Epicôndilo Medial - proeminência áspera localizada
medialmente ao côndilo medial
Epicôndilo Lateral - proeminência áspera localizada
lateralmente ao côndilo lateral
Corpo
Linha Áspera - localiza-se na face posterior do fêmur.
Distalmente, a linha áspera se bifurca limitando a
superfície poplítea e proximalmente se trifurca em: linha glútea, linha pectínea
e linha espiral.
PatelaÉ um osso triângular, chato e arredondado, que
articula com o fêmur. Pode ser considerado um osso sesamóide, e apresenta duas
faces e três bordas.
Face Anterior: Convexa
Face Posterior: Apresenta uma área articular lisa e oval
Borda Proximal - é espessa e pode ser chamada de BASE
Borda Medial - é fina e converge distalmente
Borda Lateral - é fina e converge distalmente
TíbiaÉ o segundo osso mais longo do esqueleto. Localizada
na parte medial da perna ela articula com três ossos: fêmur, fíbula e tálus e apresenta 2 epífises
e um corpo (diáfise).
Epífise Proximal
Côndilo Lateral - eminência que articula com o côndilo
lateral do fêmur
Côndilo Medial - eminência que articula com o côndilo
medial do fêmur
Eminência Intercondilar - localiza-se entre os dois
côndilos
Uberosidade da Tíbia - grande elevação oblonga que se
insere o ligamento patelar
Fóvea Fibular - local da tíbia que articula com a fíbula
(lateral à tuberosidade da tíbia)
Epífise Distal
Maléolo Medial - processo piramidal
Fossa para o Tálus - articula-se com o tálus
Incisura Fibular - local de articulação com a fíbula


FíbulaLocaliza-se
lateralmente à tíbia
É um osso longo e par que está localizada lateralmente à
tíbia
A Fíbula apresenta 2 epífises e um corpo (diáfise) e
articula com a tíbia e o tálus.
Epífise Proximal
Cabeça da Fíbula - forma irregular
Face Articular para a Tíbia - face plana que articula-se com o côndilo lateral da tíbia
Face Articular para a Tíbia - face plana que articula-se com o côndilo lateral da tíbia
Epífise Distal
Maléolo Lateral - expanção distal da fíbula
Face Articular para o Tálus
Corpo (Diáfise)
Borda Anterior - espessa e áspera
Borda Interóssea - crista interóssea
Borda Posterior - inicia no ápice e termina na borda
posterior do maléolo lateral
Face Medial - estreita e plana. Constitui o intervalo
entre as bordas anterior e interóssea
Face Lateral - é convexa e localiza-se entre as bordas
anterior e posterior
Face Posterior - entre as bordas posterior e interóssea
Ossos do PéO pé é formado pelos os do: tarso, metatarso e
falanges.
Ossos do Tarso
São em número de 7 divididos em duas fileiras: proximal e
distal.
Fileira Proximal: Calcâneo e Tálus
Fileira Distal: Navicular, Cubóide, Cuneiforme Medial ou I, Cuneiforme Médio ou II e Cuneiforme Lateral ou III
Fileira Distal: Navicular, Cubóide, Cuneiforme Medial ou I, Cuneiforme Médio ou II e Cuneiforme Lateral ou III
Metatarso
É contituído por 5 ossos que são numerados no sentido
medial para lateral em I, II, III, IV e V e correspondem aos dedos do pé, sendo
o I metatarso do Hálux e o V metatarso do dedo mínimo.
Considerados ossos longos.
Apresentam uma epífise proximal que é a base e uma
epífise distal que é a cabeça.
Dedos do Pé apresentam 14 falanges:
Do 2º ao 5º dedos:
1ª falange (Proximal)
2ª falange (Média)
3ª falange (Distal)
2ª falange (Média)
3ª falange (Distal)
Hálux:
1ª falange (Proximal)
2ª falange (Distal)

SacroO sacro tem a forma de uma pirâmide quadrangular com
a base voltada para cima e o ápice para baixo.
Articula-se superiormente com a 5ª vértebra lombar e
inferiormente com o cóccix.
Esse osso nada mais é a fusão de cinco vértebras,
Que na criança ainda podem estar separadas.
Ele apresenta 4 faces: duas laterais, uma anterior e uma
posterior.
Possui também uma base, que é proximal e se articula com
a 5º vertebral lombar; e um ápice, que é distal e articula-se com o cóccix.
Faces Laterais:
O principal acidente das faces laterais são as faces
auriculares que servem de ponto
de articulação com o osso do quadril (Ilíaco).
Face Anterior ou Ilíaca:
É côncava e apresenta quatro cristas transversais, que
correspondem aos discos intervertebrais. Possuem quatro forames sacrais
anteriores.
Face Posterior ou Dorsal:
É convexa e apresenta os seguintes acidentes ósseos
abaixo mencionados
- Crista Sacral Mediana - apresenta três ou quatro
processos espinhosos
- Crista Sacral Lateral - formada por tubérculos que representam os processos transversos das vértebras sacrais
- Crista Sacral Lateral - formada por tubérculos que representam os processos transversos das vértebras sacrais
- Crista Sacral Intermédia - tubérculos produzidos pela
fusão dos processos articulares
- Forames Sacrais Posteriores - lateralmente à crista intermédia
- Forames Sacrais Posteriores - lateralmente à crista intermédia
Hiato Sacral - abertura ampla formada pela separação das
lâminas da quinta vértebra sacral com a linha mediana posterior
- Cornos Sacrais - tubérculos que representam processos
articulares posterior da quinta vértebra sacral
Base:
É proximal e articula-se com a 5º vértebra lombar. Possui
as seguintes estruturas apontadas abaixo:
-Promontório
-Asas Sacrais - Processos Articulares Superiores Direito
e Esquerdo - articulam-se com a quinta vértebra lombar- Canal Sacral - canal
vertebral do sacro.
Ápice:
Porção mais distal do sacro. Articula-se com o cóccix.
Cóccix
É um osso originado da fusão de 3 a 5 vértebras,
apresenta a base voltada para cima e o ápice para baixo. Possui as estruturas
listadas a baixo:
-Cornos Coccígeos
-Processos Transversos Rudimentares
-Processos Articulares Rudimentares – Corpos
Patologia dos Ossos
Sendo os ossos estruturas duras e resistentes, quando
traumatizados podem quebrar-se, chama-se de fratura a quebra dos ossos e são as
fraturas as mais comuns das alterações que ocorrem com eles.
Os ossos das crianças são mais flexíveis e por isso
resistem melhor aos traumas, já nos adultos e nos velhos os ossos vão tornando
cada vez menos flexíveis e menos capazes de se adaptar a traumatismos
violentos. É por isso que uma queda pode resultar uma fratura em um velho do
que uma criança
Algumas vezes quando os ossos se quebram, os fragmentos
perfuram os músculos e a pele, sendo classificada como fratura exposta.
As inflamações dos ossos causadas por bactérias chegadas
a eles são chamadas de osteomielite. Outra doença é o raquitismo, é causada por
deficiência de calcificação dos ossos por falta de vitamina D e cálcio na dieta,
ocorrendo principalmente em crianças desnutridas e cauda uma fragilidade dos
ossos que podem se deformar facilmente.
Nos adultos a falta de calcificação dos ossos chama-se
osteomalacia o que quer dizer amolecimento dos ossos, sendo uma doença muito rara.
O câncer dos ossos é raro, atinge principalmente adultos
jovens ou velhinhos, são geralmente muito grave e quase sempre mortal.
Coluna vertebral
24 Vértebras pré-sacras móveis
07 cervicais
12 torácicas
05 lombares
05 vértebra fixas – sacro
04 funden-se também para formar o cóccix
Curvaturas
Primárias – torácica e sacra – posição fetal
Secundárias -
cervical e lombar – côncavas posteriormente
A curvatura da coluna vertebral com a concavidade anterior (primária)
Denominada cifose (corcunda)
A curvatura da coluna vertebral com a concavidade posterior (secundária)
Denominada lordose
Curvatura lateral
Denominada escoliose (funcional ou estrutural)
Curvaturas da Coluna Vertebral
Numa vista lateral, a coluna apresenta várias curvaturas
consideradas fisiológicas.
Lordose Cervical: convexidade voltada anteriormente.
- Cifose Torácica: convexidade voltada posteriormente.
- Lordose Lombar: convexidade voltada anteriormente.
- Cifose Sacral: convexidade voltada posteriormente.
Numa vista anterior ou posterior, adotando-se como plano
de orientação o plano sagital, a
coluna vertebral não apresenta nenhuma curvatura. Quando ocorre alguma curvatura neste plano chamamos de
ESCOLIOSE, que não é normal ou fisiológico.
Componentes da Coluna Vertebral
Corpo, arco vertebral, forame e processos
2 processos transversos e 1 espinho
O corpo da vértebra dá a forma e suporta o peso
Basicamente de osso esponjoso – medula óssea
O osso do corpo é perfurado pelos forames vasculares
(saída de veias basevertebrais)
São separadas pelos discos vertebrais
Posteriormente ao corpo está o arco vertebral
Forame vertebral (juntos formam o canal vertebral)
Envolvem e protegem a medula espinhal
O arco é composto de
Pedículos D e E
Lâminas D e E
Projetando-se para trás está o processo espinhoso
Os processos tranversos projetam-se de cada lado da
junção do pedículo e da lâmina
Vértebras cervicais
Situam-se entre o crânio e tórax
São caracterizadas por um forame em cada processo
transverso
Denominado forame transverso – Artéria vertebral
Exceto a 7ª vértebra – veias vertebrais e plexo simpático
O crânio repousa sobre o Atlas – mitologia grega
A 2ª VC – áxis

Características Regionais
Permitem a diferenciação das vértebras pertencentes a
cada região.
Vários são os elementos de diferenciação, mas será
suficiente observar os processos
transversos:
Vértebra Cervical:
] Apresenta
um forame no processo transverso chamado forame transverso ou forame da artéria vertebral.
Vértebra Torácica:
Apresenta uma faceta articular para as costelas (fóvea
costal) no corpo vertebral e no
processo transverso.
Vértebra Lombar:
Apresenta um processo transverso bem desenvolvido chamado
apêndice costiforme. Pode ser
diferenciado também por não apresentar forame no processo transverso e nem a fóvea costal. Vértebras Especiais
São encontrados principalmente na 1ª, 2ª e 7ª vértebras
cervicais.
Atlas (1ª vértebra cervical):
A principal diferenciação desta para as outras vértebras
é de não possuir corpo. Além
disso, esta vértebra apresenta outras estruturas:
- Arco Anterior que forma cerca de 1/5 do anel vertebral
- Tubérculo Anterior
- Fóvea Dental - articula-se com o Dente do áxis (processo odontóide)
- Arco Posterior - forma cerca de 2/5 do anel vertebral
- Tubérculo Posterior
- Massas Laterais - partes mais volumosas e sólidas do atlas e suportam o peso da cabeça
- Face Articular Superior - articula-se com os condilos do occipital
- Face Articular Inferior - articula-se com os processos articulares superiores da
- Tubérculo Anterior
- Fóvea Dental - articula-se com o Dente do áxis (processo odontóide)
- Arco Posterior - forma cerca de 2/5 do anel vertebral
- Tubérculo Posterior
- Massas Laterais - partes mais volumosas e sólidas do atlas e suportam o peso da cabeça
- Face Articular Superior - articula-se com os condilos do occipital
- Face Articular Inferior - articula-se com os processos articulares superiores da
Vértebras Especiais
Áxis (2ª vértebra cervical):
Apresenta um processo ósseo forte denominado Dente
(Processo Odontóide)que localiza-se superiormente e articula-se com o arco
anterior do Atlas.


Vértebras Especiais
Vértebra Proeminente (7ª vértebra cervical):
Possui um processo espinhoso longo e proeminente.
Sacro
O sacro tem a forma de uma pirâmide quadrangular com a
base voltada para cima e o ápice para
baixo.
Articula-se superiormente com a 5ª vértebra lombar e
inferiormente com o cóccix.
Esse osso nada mais é a fusão de cinco vértebras,
Que na criança ainda podem estar separadas.
Ele apresenta 4 faces: duas laterais, uma anterior e uma
posterior.
Possui também uma base, que é proximal e se articula com
a 5º vertebral lombar; e um ápice,
que é distal e articula-se com o cóccix.
Faces Laterais:
O principal acidente das faces laterais são as faces
auriculares que servem de ponto
de articulação com o osso do quadril (Ilíaco).
Sacro
Face Anterior ou Ilíaca:
É concava e apresenta quatro cristas transversais, que
correspondem aos discos intervertebrais.
Possui quatro forames sacrais anteriores.
Face Posterior ou Dorsal:
É convexa e apresenta os seguintes acidentes ósseos
abaixa mencionados
- Crista Sacral Mediana - apresenta três ou quatro
processos espinhosos
- Crista Sacral Lateral - formada por tubérculos que representam os processos transversos das vértebras sacrais
- Crista Sacral Intermédia - tubérculos produzidos pela fusão dos processos articulares
- Forames Sacrais Posteriores - lateralmente à crista intermédia
- Hiato Sacral - abertura ampla formada pela separação das lâminas da quinta vértebra sacral com a linha mediana posterior
- Crista Sacral Lateral - formada por tubérculos que representam os processos transversos das vértebras sacrais
- Crista Sacral Intermédia - tubérculos produzidos pela fusão dos processos articulares
- Forames Sacrais Posteriores - lateralmente à crista intermédia
- Hiato Sacral - abertura ampla formada pela separação das lâminas da quinta vértebra sacral com a linha mediana posterior
Sacro
- Cornos Sacrais - tubérculos que representam processos
articulares posterior da quinta vértebra
sacral
Base:
É proximal e articula-se com a 5º vértebra lombar. Possui
as seguintes estruturas apontadas
abaixo
- Promontório
- Asas Sacrais
- Processos Articulares Superiores Direito e Esquerdo - articulam-se com a quinta vértebra lombar
- Canal Sacral - canal vertebral do sacro.
- Promontório
- Asas Sacrais
- Processos Articulares Superiores Direito e Esquerdo - articulam-se com a quinta vértebra lombar
- Canal Sacral - canal vertebral do sacro.
Ápice:
Porção mais distal do sacro. Articula-se com o cóccix.
Sacro
Cóccix
É um osso originado da fusão de 3 a 5 vértebras,
apresenta a base voltada para cima
e o ápice para baixo. Possui as estruturas listadas a baixo:
- Cornos Coccígeos
- Processos Transversos Rudimentares
- Processos Articulares Rudimentares
- Corpos
- Processos Transversos Rudimentares
- Processos Articulares Rudimentares
- Corpos
AULA DE ANATOMIA - SISTEMA URINÁRIOO sistema urinário é
constituído por:
RINS: São os principais órgãos deste sistema. Este
localizado na parede posterior do abdome.
Tem uma forma de feijão de cor avermelhada, é revestido
por uma cápsula chamada de cápsula supra renal, a borda lateral do rim é
convexa e sobre seu pólo encontra-se a glândula supra renal (glândula de
secreção endócrina).

URETERES: São condutores
musculares que se estendem dos rins ate a bexiga, seguem também junto à parede
abdominal posterior e apresentam 4 partes no seu percurso (lombar, ilíaca,
pelviana e visceral).
Na mulher, os ureteres têm uma importância relação à
artéria uterina na sua porção pélvica, ate atingir a bexiga.
BEXIGA: É um reservatório
musculomembranáceo no qual se acumula a urina conduzida pelos ureteres, esta
localizada na pelve. A bexiga vazia apresenta 3 faces, quando cheia adquire
forma variável, conforme a quantidade de urina.
A camada media da bexiga é formada por músculos
distribuídos de forma espiralada pelo entrelaçamento das fibras musculares.
Internamente ela é forrada por uma mucosa onde observam
pregas na bexiga vazia. Apresenta os óstios dos dois ureteres e entre eles o
óstio interno da uretra que formam o trigono vesical.
A relação da bexiga com os outros órgãos são diferentes
nos dois sexos, enquanto que no homem ela esta relacionada com a próstata e as
vesículas seminais, a mulher tem relação com o cólon do útero e a vagina.
URETRA: É o condutor
excretor da bexiga, estende-se este órgão ate o exterior e apresenta no homem
função urogenital (eliminação de urina e liquido espermático).
No homem a uretra esta dividida em 3 porções: uretra
prostática, pois o canal uretral atravessa a próstata ali localizada, na uretra
prostática se encontra o colículo seminal, pequena elevação onde se encontram
os ductos ejaculatórios que conduzem o esperma desde as vesículas seminais ate
a uretra.
A segunda porção da uretra masculina é uretra membranosa,
esta situada no diafragma urogenital o qual atravessa.
E a terceira porção é a uretra esponjosa ou peniana que
se estende desde o bulbo da uretra ate o óstio externo da uretra, na glande do
pênis.
Já a uretra feminina é considerável mais curta,
estende-se desde a bexiga ate a vulva, ela não possui relação com a via
genital, como acontece com a uretra masculina, destina-se exclusivamente a
eliminação de urina.
Tanto a uretra feminina quanto a masculina apresenta no
seu percurso dois esfíncteres que regulam o seu fechamento e abertura
permitindo o escoamento da urina no ato da micção.
O primeiro esfíncter esta situado na bexiga, no inicio da
uretra formado de musculatura lisa, é o esfíncter liso da bexiga, o segundo
logo abaixo esta localizado na uretra membranosa é formado de musculatura
estriada, e o esfíncter estriado da uretra que pode ser controlado pela ação da
vontade, permitindo e impedindo o escoamento da urina.
FISIOLOGIA DO SISTEMA
URINARIOOs rins, bexiga e ureteres são iguais no homem e na mulher. Os rins são
órgãos que estabelecem o equilíbrio iônico do sangue.
O sangue que chega ao rim é filtrado nos glomérulos
(constam de uma artéria aferente que se ramifica em ramos capilares que
enovelam e voltam a reunir-se em uma artéria chamada eferente), daí o liquido é
filtrado passando aos túbulos.
Nos túbulos proximais boa parte do liquido é reabsorvido
e o que não reabsorvido constitui a urina. O rim a cada 24 horas filtra 200
litros de liquido do sangue que passa por ele.
A urina eliminada representa uma pequena facão do liquido
filtrado, pois 99% dele é reabsorvido no
túbulos. A reabsorção do liquido é controlada pela ação do hormônio produzido
no córtex da glândula supre renal e na hipófise.
A urina eliminada diariamente corresponde aproximadamente
a 1 litro e meio do liquido filtrado.
Ao atingir o ureter a urina desce em direção a bexiga
pela ação das contrações da musculatura lisa da parede do ureter, a urina
deposita-se na bexiga ate que se estabeleça a sensação de plenitude e o desejo
de urinar.
A quantidade de urina contida na bexiga no ato em que
aparece a necessidade de urinar é de aproximadamente 200 ml, embora a
capacidade anatômica da bexiga possa atingir 300 ml.
A eliminação normal da urina se faz por um complexo
mecanismo no qual entram em ação os músculos da parede do abdome, diafragma, os
músculos da pelve e a musculatura da própria parede da bexiga.
PATOLOGIAS DO SISTEMA URINARIOAs inflamações são comuns
neste sistema e podem ser agudas ou crônicas. Quando o processo se localiza no
rim dá-se o nome de nefrite.
O tratamento de ser bem conduzido, pois se não for haverá
uma destruição progressiva de todo o rim o que tornara cada vez mais difícil a
função renal de filtrar o plasma sanguíneo.
Numerosas bactérias ou outros agentes podem provocar
estas inflamações. Na uretra o agente mais comum é aquele que produz gonorréia,
o tratamento é baseado em antibióticos aos quais os agentes bacterianos são
sensíveis.
Cálculos também conhecidos como pedras, são formações
calcarias que podem se iniciar ao nível da pelve renal ou na bexiga.
Podem ser formações grandes ou pequenas, no primeiro caso
o tratamento é cirúrgico, quando os cálculos são pequenos eles são eliminados
facilmente, mas sempre acompanhado de cólica intensa.
Também podem ser sede de tumores benignos ou malignos.
Anatomia do Sistema Respiratório
O sistema respiratório é constituído por um conjunto de
órgãos que transportam o ar para dentro e para fora dos pulmões.
Pode-se dividir em sistema respiratório em uma parte
condutora e outra parte respiratória.
Encarregada de transportar o ar,
Filtrá-lo,
Purificá-lo,
Aquecê-lo,
E torná-lo úmido.
Nariz, cavidade nasal, seios paranasais, faringe,
laringe, traquéia e brônquios.
É responsável pela troca de dióxido de carbono do sangue
para o oxigênio do ar.
O nariz, como a cavidade nasal, é a porção inicial do
sistema respiratório. É formado por um arcabouço ósteo-cartilaginoso que se
salienta na face, apresentando duas aberturas, as narinas separadas por um septo
nasal, cada uma delas pela respectiva asa do nariz.

A cavidade nasal se inicia
nas narinas e se estende até as coanas que são aberturas posteriores que
comunicam esta cavidade com a parte nasal da faringe. A cavidade nasal é
dividida pelo septo nasal em duas metades, direita e esquerda.
Na parede lateral de cada metade da cavidade nasal são
encontradas as conchas nasais superior, média e inferior.
Os seios paranasais são áreas localizadas dentro do osso
da face, que são designadas conforme o osso em que se encontram, que são:
maxilar, esfenoidal, etmoidal e frontal.
Cada seio paranasal é revestido por mucosa. A mucosa é de
dois tipos, respiratória e olfativa.
A mucosa respiratória tem a função de aquecer e umedecer
o ar que entra.
Está situada atrás da cavidade nasal, atrás da boca e da
laringe, por isso é dividida em três partes:
Nasofaringe,
Orofaringe,
E laringofaringe.

LARINGE
Está situada no pescoço na altura das últimas vértebras
cervicais, comunica-se com a traquéia inferiormente e com a faringe
superiormente.
Ela é formada por um esqueleto cartilagíneo. Nela estão
as cordas vocais que produzem som.
As cartilagens da laringe são:
Tiróide,
Cricóides,
Epiglote,
Artinóides.
O espaço compreendido entre
as pregas vocais e vestibulares chama-se glote.
TRAQUÉIAÉ um condutor de aproximadamente de 15 cm de
comprimento, formada por semi-anéis de cartilagem. Situada anteriormente ao
esôfago, começa em continuidade com a laringe e desce para o tórax onde se
divide nos brônquios principais direito e esquerdo.
A união entre os anéis é feita por tecido conjuntivo o
que permite certa flexibilidade da traquéia.
Cada brônquio principal que se origina da divisão da
traquéia destina-se a um pulmão. O brônquio principal direito é mais curto e
mais calibroso do que o esquerdo.
Cada brônquio principal divide-se em brônquios lobares
que se dividem para cada lobo pulmonar. Assim, o brônquio principal direito
origina o brônquio lobar superior, um médio e um inferior.
O brônquio principal esquerdo divide-se em brônquio lobar
superior e brônquio lobar inferior.
O brônquio principal esquerdo divide-se em brônquio lobar
superior e brônquio lobar inferior.
PULMÕESOs pulmões são os
principais órgãos do sistema respiratório. Ocupam quase toda cavidade torácica
junto com o coração.
O pulmão direito é divido em três lobos:
Superior,
Médio,
Inferior.
O pulmão esquerdo apenas dois lobos:
Superior,
Inferior.
O pulmão direito é maior do que o esquerdo, que fica
reduzido pela presença do coração que ocupa maior espaço no hemitórax esquerdo.
Destina-se em cada pulmão um ápice, uma base, uma face costal e uma
mediastinal.
O pulmão é revestido por uma membrana serosa, a pleura,
que também forra a cavidade torácica. A pleura que envolve os pulmões é chamada
pleura visceral.
FISIOLOGIA DO SISTEMA
RESPIRATÓRIONo Homem e nos animais pulmonados a respiração pode ser dividida em
fases:
Ventilação Pulmonar;
Trocas gasosas entre ar e sangue;
Transportes de gases através dos líquidos corporais as
células e destas ao sangue.
Ventilação pulmonarO ar ao chegar aos pulmões já foi
filtrado nos pêlos de vestibular do nariz, as partículas menores ficaram presas
no muco com que entraram em contato por força da turbulência do ar. Os cílios
desempenham o papel de transporte das partículas presas no muco.
A rica rede vascular aquece este ar e as glândulas
serosas o umedecem. A entrada e saída do ar nos alvéolos são provocadas pelos
movimentos de inspiração e expiração.
Os pulmões são estruturas elásticas e por isso tendem
sempre a se retraírem.
A expiração expulsa o ar dos pulmões, é um processo
passivo; contudo na inspiração forçada há a presença da musculatura abdominal.
Se a expiração é passiva, a inspiração é um processo
ativo, pois depende da musculatura torácica, especialmente do diafragma que
contraindo aumenta a caixa torácica e nesse movimento cria uma pressão negativa
em relação a atmosférica, fazendo o ar fluir pelas vias respiratórias até os
alvéolos.
Trocas gasosas entre ar e sangueA transferência do
oxigênio e gás carbônico através da membrana alveolar faz-se por difusão (os
gases se difundem de áreas de maior pressão para as de menor).
O sangue que chega aos capilares alveolares tem menos
oxigênio que o ar alveolar. Advêm disso que a pressão do oxigênio contido no ar
é maior que a do oxigênio do sangue, daí esse gás difundir do ar para o sangue.
Transporte de gases nos líquidos corporaisPara facilitar
chamamos de PO2 a pressão do oxigênio e PCO2 a do dióxido de carbono. O
oxigênio uma vez ligado no plasma liga-se em parte a hemoglobina formando a
oxiemoglobina.
O sangue arterial tem alta concentração de oxigênio o que
lhe confere um PO2 elevado, a célula usa continuamente oxigênio, então neste
sítio o é PO2 baixo.
Com o dióxido de carbono é inverso. A célula produz
sempre o dióxido de carbono, PCO2 o sangue arterial tem pouco gás carbônico,
PCO2 logo através da difusão este gás se difunde da célula para o sangue, que
daí é levado para os pulmões, parte dissolvido no plasma, parte combinado com a
hemoglobina formando a carboemoglobina.
O dióxido de carbono é importante para a respiração em
si, porque é um de seus reguladores e colaborador na manutenção do Ph do
sangue.
Patologias do sistema respiratório: Gripe;
Pneumonia;
Tuberculose;
Bronquite crônica;
Enfisema pulmonar;
Câncer pulmonar;
Asma brônquica.

sistema nervoso:
a hipófise é dividida em 2 regiões:
neurohipófise e adenohipófise.
Adenohipófise produz:
a)GH =hormônio somatotrofina que cuida do crescimento
muscular
b)TSH= hormônio tireotrófico que estimula a tireóide
c)LTH= hormônio lactogênico que produz o leite e
crescimento das mamas
d) HORMONIO MELATOTRÓFICO =produz pigmentação de pele se
exposto ao sol
e)ACTH = hormônio adenocorticotrofina atua na glândula
suprarrenal que faz o controle de sódio (Na) e potássio (K)
f) FSH = atua nas mulheres no ovário (nidação/
fecundação) nos homens atua na formação dos espermatozóides
g) OCITOCINA = age nas paredes da musculatura lisa
(contração do parto, colicas em geras)
Neurohipófise:
armazena todos os hormônios que a adeno produz e os
libera quando necessário.
Tireóide:
produz 2 hormônios:
-tiroxina
triiodotironina
atuam principalmente quando para mais causa
hepertireoidismo
quando para menos causando o hipotireoidismo que causa o
aumento de peso da pessoa.
localização das estruturas cerebrais:

bulbo: responsável pela respiração estimula a tosse
vômito deglutição localiza-se na região occipital
ponte: leva informações ao cerebelo localiza-se a cima do
bulbo (é um gordinho a cima do bulbo)
cerebelo: planeja o movimento e manutenção da postura
localiza-se ao lado da ponte
tálamo:transmite informações sensoriais e sensitivas
localiza-se no centro do cerebro
hipotálamo: regula a temperatura corpórea, e a ingestão
de alimentos e localiza-se a baixo do tálamo.
hipófise: controle e produção hormonal parece uma verruga
no cérebro e fica proximo aos olhos
a hipófise é a verruga roxinha proximo onde está escrito
hipotálamo.
sistema muscular:
não existe diferença de tamanho de filamento de
actina e miosina o que diminui ou aumenta é a distância de um filamento e
outro
Estado de contração é o deslisamento das fibras de actina
e miosina uma sobre as outras.
substancias encontradas numa contração:
dentro da musculatura potássio e fora sódio
substancias encontradas num relaxamento
dentro da musculatura sódio e fora potássio
Para promover a contração muscular precisamos de
estímulos elétricos que parte do cerebelo aos neurônios até as fibras, acetil
colina e cálcio
Artrologia:
é dividida em 3 formas
1 fibrose (sinartrose)
2 cartilgem (anfiartrose)
3 sinoviais (diartrose)
1 fibrose - classificação: tecido conjuntivo e se divide
em:
- suturas: articulação dos sulcos cranianos
- sindesmoses: tecido conjuntivo que faz a
articulação dos ossos do rádio e ulna, tíbia e fíbula
- gonfoses: articulaçõa entre os dentes e alvéolos.
2 cartilagem - coaptação (junção) de 2 ossos
(coluna vertebral, esterno)
3 sinoviais coaptação de 2 ossos porém a união desses
ossos é banhada por líquido sinovial produzido nas sinóvias que serve para
lubrificação das articulações do joelho, ombro cotovelo, falanges, etc.
Sistema Digestório
Por Marina Martinez
Os seres humanos, para manterem as atividades do
organismo em bom funcionamento, precisam captar os nutrientes necessários para
construir novos tecidos e fazer manutenção dos tecidos danificados, necessitam
de extrair energias vindas da ingestão de alimentos. A transformação dos
alimentos em compostos mais simples, utilizáveis e absorvíveis pelo organismo é
denominado Digestão.
Anexos ao sistema existem os órgãos: glândulas
salivares, pâncreas, fígado, vesícula biliar, dentes e língua.
Boca
A boca é a porta de entrada dos alimentos e a primeira
parte do processo digestivo. Ao ingerir alimentos, estes chegam à boca, onde
serão mastigados pelos dentes e movimentados pelalíngua.
Acontece a digestão química dos carboidratos, onde o amido é decomposto em
moléculas de glicose e maltose.
Glândulas Salivares
A saliva é composta por um líquido viscoso contendo 99%
de água e mucina, que dá a saliva sua viscosidade. É constituída também pela ptialina ou
amilase, que é uma enzima que inicia o processo da digestão do glicogênio.
Faringe
A Faringe é
um tubo que conduz os alimentos até o esôfago.
Esôfago
O Esôfago continua
o trabalho da Faringe, transportando os alimentos até o estômago, devido aos
seus movimentos peristálticos (contrações
involuntárias)
Estômago
No estômago,
órgão mais musculoso do canal alimentar, continua as contrações, misturando aos
alimentos uma solução denominada suco gástrico, realizando a digestão dos
alimentos protéicos. O suco gástrico é um líquido claro, transparente e
bastante ácido produzido pelo estômago.
Intestino Delgado
O intestino delgado é um órgão dividido em
três partes: duodeno, jejuno e íleo. A primeira parte do intestino delgado é
formada pelo duodeno que é a seção responsável por receber o bolo alimentar
altamente ácido vindo do estômago, denominado quimo. Para auxiliar o duodeno no
processo digestivo, o pâncreas e o fígado fornecem secreções antiácidas.
O pâncreas produz
e fornece ao intestino delgado, suco pancreático, constituído de íons
bicarbonato, neutralizando assim, a acidez do quimo.
O Fígado fornece
a maior glândula do corpo, a bile,
que é secretada continuamente e armazenada em vesícula biliar.
Ao final deste processo no intestino, o bolo alimentar se
transforma em um material escuro e pastoso denominado quilo, contendo os
produtos finais da digestão de proteínas, carboidratos e lipídios.
As últimas partes do intestino delgado, jejuno e íleo,
são formados por um canal longo onde são absorvidos os nutrientes.
Apresentam em sua superfície interna, vilosidades que são vários dobramentos.
Intestino Grosso
O intestino
grosso é um órgão divido em três partes: ceco, cólon e reto,
onde ocorre a reabsorção de água, absorção de eletrólitos (sódio e potássio),
decomposição e fermentação dos restos alimentares, e formação e acúmulo das
fezes.
O ceco é a primeira parte do intestino grosso, que tem
como função receber o conteúdo vindo do intestino delgado e iniciar o processo
de reabsorção de nutrientes e água.
A segunda e maior parte do intestino grosso recebe o nome
de cólon, subdividindo-se em cólon ascendente, cólon transverso, cólon
descendente e cólon sigmóide
Ânus
A última e menor parte do intestino grosso é o reto,
responsável por acumular as fezes, até que o ânus as libere, finalizando o
processo da digestão. Durante todo esse processo, o muco é secretado pela mucosa do intestino
para facilitar o percurso das fezes até sua eliminação.

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